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ALERTA 2 de 2: BATALHA E POMBAL - UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS CONVENCIONAIS, A SÉRIO????

ALERTA - NOTA DE IMPRENSA: A equipa da ERM Portugal, Consultores em Engenharia do Ambiente, Lda, que elaborou PDA, tem curriculo, a ser verdade o que se consignou como tal, mais que bastante para elaborar um documento de indúbitavel idóneadade, não fosse a isenção de responsabilidade aposta e que configura na parte incial, página 1, de ambos os documentos - Pombal e Batalha.

COMUNICADO DE IMPRENSA

A equipa da ERM Portugal, Consultores em Engenharia do Ambiente, Lda, que elaborou PDA, tem curriculo, a ser verdade o que se consignou como tal, mais que bastante para elaborar um documento de indúbitavel idóneadade, não fosse a isenção de responsabilidade aposta e que configura na parte incial, página 1, de ambos os documentos - Pombal e Batalha - nos seguintes termos:

 

"Este relatório foi preparado para o cliente e não aceitamos qualquer responsabilidade seja de que natureza for perante terceiros a quem este relatório, ou qualquer parte do mesmo, seja divulgado. Quaisquer terceiros confiam no relatório por sua própria conta e risco."

 

Mas parece-nos sem efeitos práticos, já que a nível jurídico, ou seja, na eventualidade de se provar que houve uma fabricação intelectual de um documento com consequências jurídicas, a responsabilidade criminal não será ilibada por essa nota de isenção de responsabilidade.

 

Isto por que todo o documento, ou quase todo, insiste que o método será convencional.

 

Então, quase todos os bons seguidores e estudiosos desta causa, sabem que quer Batalha, quer de Pombal, não serão efectuados por método convencional, mas sim por método NÃO CONVENCIONAL.

 

Aliás a própria proponente (e dai não ser a totalidade do documento...), a determinada altura, admite esta realidade, na secção 1.2 - Tipologia de Projecto: "Uma vez alcançada esta formação, com a recolha até 200 metros de testemunho convencional ao longo do poço e execução de diagrafias em toda a sua extensão, será realizada uma sondagem horizontal a partir de aproximadamente 3.400 metros de profundidade e com alcance de 300 a 700 metros de extensão, com o objectivo de avaliar a formação de Lemede para a produção de hidrocarbonetos."

 

Diriamos convencional até aos 200 metros????

 

Para efeitos práticos, a tecnologia utilizada, pode ser entendida como o limite entre um método convencional e método não convencional, ou seja convencional é o uso de um método de extração por técnicas tradicionais, como é o caso da perfuração exclusivamente vertical. Os não convencionais são outras técnicas que não a perfuração exclusivamente vertical, como é o caso da perfuração horizontal, destinada a extrações com localização impercisa e volume desconhecido.

 

Para a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres, a titulo de uma ilustração breve e simplista :

"O gás natural convencional é encontrado no subsolo, em depósitos ou reservatórios isolados por rochas impermeáveis, e pode ou não ser associado a petróleo. Já o gás não convencional pode ser considerado todo o gás natural cuja extração é mais complexa e menos atrativa economicamente, conceito que varia no tempo e de reservatório para reservatório.

Atualmente, o termo se refere principalmente ao gás de xisto (gas-containing shales ou shale gas).

Mas essencialmente existem diversas categorias de gás não convencional: alocado em reservatórios a grande profundidade (deep gas) ou em águas profundas (deep water); em formações pouco permeáveis (tight gas); gás de carvão (coalbed methane); gás de zonas geopressurizadas (geopressurized zones) e hidratos submarinos e árticos."

 

Está justificada a obrigatoriedade da AIA e do EIA, mas não está justificado, a existir, o branqueamento, ou a negligência, ou a incompetência, ou a concertação dolosa, ou a ocultação...

 

Sim, NÃO queremos fraking, seja ele executado através de meios mecânicos ou quimicos! E também não queremos processos nebulosos...

 

Ou a APA não consegue avaliar que o método não é convencional? Ou talvez a consultora também não o consiga? Tão pouco a concessionária ou a operadora?

Nesta incapacidade de avaliações, o melhor é contactarem o Ministério Público, é que alguém devia (RE)Orientar estas equipas especializadas...

 

 

 

Link para se registar no website "Participa" para esta consulta publica: carregar aqui

NOTA: A CONSULTA PUBLICA ENCERRA DIA 27 NOVEMBRO 2018

 

Pode fazer o download também do documento da Australis que retiramos do website "Participa" e que vai encontrar uma cópia na área "attachments" no fim desta página.

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