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Results of Study into Oil and Gas Exploration in Algarve - 2010

This article is the result of a presentation in Loule in 2010 about the Exploration of Oil and Gas in the Algarve, where results of a so called study commissined by the oil industry was presented. As it was to be expected it is all PRO-OIL and GAS Exploration.

 The article is in Portuguese and it's an extract from the followng link where the original text is hosted: http://www.inuaf-studia.pt/index.php?mact=News%2Ccntnt01%2Cprint%2C0&cntnt01articleid=6&cntnt01showtemplate=false&cntnt01returnid=83

We have made our own comments in the text! Enjoy the reading (use Google translation to read the Portuguese text)

Date: 02-08-2010
     Title: SEMINÁRIO SOBRE EXPLORAÇÃO DE GÁS NATURAL NO OFFSHORE ALGARVIO

Exploração de gás traz menos riscos que tráfego marítimo

“A actividade de exploração de gás (e eventualmente de petróleo) comporta riscos para o Algarve, mas são pouco significativos face ao tráfego marítimo já existente”. Esta foi uma das principais conclusões do estudo «Impactes ambientais associados à exploração petrolífera em águas profundas», apresentado no passado dia 7 de Junho de 2010, no Instituto Superior Dom Afonso III (INUAF), em Loulé.

It is with interest that I have read their justifications. According to the representative from the Dom Afonso III institute, there are greater risks due to maritime traffic than exploration of hydrocarbons. What they forgot to add, is that any type of oil and gas exploration will in itself greatly increase maritime traffic closer to shore for example.

Exploração de gás traz menos riscos que tráfego marítimo

“A actividade de exploração de gás (e eventualmente de petróleo) comporta riscos para o Algarve, mas são pouco significativos face ao tráfego marítimo já existente”. Esta foi uma das principais conclusões do estudo «Impactes ambientais associados à exploração petrolífera em águas profundas», apresentado no passado dia 7 de Junho de 2010, no Instituto Superior Dom Afonso III (INUAF), em Loulé.

O estudo realizado pelo Centro de Investigação em Ciências do Ambiente e Empresariais (CICAE) deste estabelecimento de ensino superior, foi apresentado pelos investigadores Manuel Rebelo Marques, Inês Duarte e Orlanda Domingos, durante o seminário «Prospecção e exploração de gás natural nas águas profundas da costa do Algarve: as perspectivas – técnica, energética/económica e ambiental».

Outra das conclusões do estudo agora apresentado é que face à exploração de gás natural ao largo da costa do Algarve “os impactes mais significativos são potenciais”. “Todos os anos passam cerca de 110 a 140 milhões de toneladas de produtos petrolíferos ao largo da costa. Se houver um acidente com um desses petroleiros, não se consegue recolher, na melhor das hipóteses,mais de 30 por cento dos produtos derramados”, explica Rebelo Marques, docente e investigador do CICAE.

O administrador da petrolífera Partex, António Costa e Silva, criticou o Governo pelo impasse na pesquisa de gás natural no Algarve, região com reservas suficientes para cobrir o consumo interno de Portugal durante 15 anos.

Mr Silva forgot to inform all present that Portugal will not directly or indirectly benefit from this project. The local population will have to buy its gas at market rates. In addition the companies Repsol and Partex are headquartered in offshores. Meaning that they pay no taxes or limited taxes into the Portuguese fiscal system.

“Desde 2002, quando o concurso terminou, a Repsol apresentou-se a concurso, é um concurso internacional aberto, a Repsol ganhou e hoje estamos, senão me engano, em 2010”, disse o especialista, questionando o Governo sobre o porquê de até agora não ter assinado o contrato.

António Costa e Silva estima que a 40 quilómetros da costa algarvia existem reservas de gás natural suficientes para cobrir o consumo interno de Portugal durante 15 anos.

O Algarve, segundo estudos divulgados, tem potencial elevado para gerar gás, com uma capacidade cerca de 20 vezes superior às reservas que foram encontradas nos campos do Golfo de Cádiz, em Espanha.

Esta opinião é partilhada por Hugo Matias, geofísico de exploração e investigador o Instituto D. Luís, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que considera que “deveríamos insistir e explorar o Algarve, uma vez que temos os mesmos reservatórios que produzem em Espanha”.

Na bacia do Algarve existem rochas geradoras de hidrocarbonetos, armadilhas estruturais, rochas reservatório, há migração dos fluidos e já foram perfurados cinco poços no passado, recordou o especialista, acrescentando que valeria a pena perfurar no “deep offshore” (nas profundezas da água) e desenvolver o projecto, porque os riscos associados são “pequenos e os benefícios para o Algarve e país seriam enormes”.

They speak of MAJOR BENEFITS for Portugal and for the Algarve, but they are very sparse in quantifying such benefits.

“Devemos explorar o Algarve porque é bom economicamente. O consumo de gás a nível mundial aumentou cerca de 30 por cento e as reservas apenas 20 por cento. Temos um défice, e gás para uma média de 60 anos”, afirma.

Para além disso, a estimativa de gás que se poderia retirar do Algarve pouparia ao país “entre 1 400 a 1 500 milhões de euros por ano”. HOW?

Os espanhóis exploram gás natural desde 1976 no Golfo de Cádiz, mas Portugal, ao nível do seu posicionamento estratégico, tem fragilidades e não conseguimos projectar o país a 20 a 30 a 50 anos”, lamentou Costa e Silva, afirmando que o Estado "tem uma missão de soberania para explorar os recursos”, porque Portugal tem das “maiores zonas económicas exclusivas do mundo com recursos mapeados”.

De acordo com o Reitor do INUAF, Mello Sampayo, “A emergência dos BRICAS, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, irá aumentar a pressão sobre a procura consideravelmente, mesmo contra todas as previsões dos ecologistas mais fundamentalistas”.


Balanço energético do Algarve

A região algarvia apresenta os piores valores nacionais em termos de energias renováveis, na sua maioria a aposta vai para as energias eólicas. “Falta um aproveitamento da energia solar na nossa região, que é a que tem mais horas de sol por ano”, explica Seruca Emídio, presidente da Câmara de Loulé, que garante ser necessário “uma visão holística da matriz energética”.

No que concerne aos gastos energéticos da região, o concelho de Loulé representa a maioria do consumo energético, seguido de Albufeira, Faro e Portimão. Comparativamente com os anos de 1994 e 2002, 2008 foi a primeira vez em que o consumo doméstico de energia ultrapassou o consumo não doméstico. Esta situação reflecte não só um aumento populacional, como uma característica económica: a monocultura turística.

 

 

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