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Não ao Furo - Mesa Redonda - Milfontes - 15 Abril 2017

Os grupos do Alentejo Litoral pelo Ambiente (ALA) de Milfontes e de Relíquias vão realizar uma Mesa Redonda de debates em Vila Nova de Milfontes no Próximo dia 15 de Abril. Convidamos a participação de todos.Todos juntos pelo ambiente faremos recuar uma decisão para a qual não fomos consultados e que não queremos.

 

 “Juntos, iremos demonstrar um NÃO inequívoco à exploração de petróleo planeada para a costa portuguesa, elaborar possíveis alternativas e facultar também um espaço de celebração”. Haverá uma mesa redonda com a participação de políticos, ambientalistas e especialistas na área da sustentabilidade em torno da questão: “Dizemos não à exploração de petróleo, mas ao que dizemos sim?”

Programa

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Em causa, adianta a organização do evento, estão os contratos que diversos governos portugueses estabeleceram com a indústria petrolífera para que esta possa explorar, perfurar e possivelmente iniciar o fracking, ao longo da costa portuguesa.

Por enquanto ainda não houve anúncio oficial do furo de exploração. Mas o consórcio entre a ENI é a Galp, liderado pela petrolífera italiana, tem, desde Janeiro, um título de utilização do espaço marítimo nacional para realização de um furo, que pode ir até aos três mil metros de profundidade, para sondagem de petróleo às águas profundas do Alentejo, ao largo de Aljezur e a poucos quilómetros das praias de Odemira. A operação pode durar 60 dias, seguidos ou interpolados, até Janeiro de 2019. Especula-se que o furo possa ocorrer em Abril.

 

“Entre todos os partidos políticos houve uma vasta oposição contra estes contratos e a exigência que a perfuração de petróleo seja evitada, porque acham que a decisão de perfurar petróleo na costa Atlântica, no Alentejo, é uma declaração anacrónica a favor de um sistema em decadência: cada vez mais nações e redes em todo o mundo têm deixado de investir em combustíveis fósseis, visto que estes são destrutivos para a natureza, para o clima e para as economias regionais”, defende a ALA.

“Muitas pessoas estão a erguer-se contra a planeada exploração de petróleo e dizem: Não”, exclamam os responsáveis. De acordo com os ambientalistas mais de 40 mil pessoas se opuseram ao furo de Aljezur na consulta pública, cujo relatório continua por revelar. No Facebook, são já mais de três mil os seguidores da página oficial, sem contar com os grupos de discussão.

 

A Mesa Redonda, no sábado, vais estar na tenda de eventos por detrás do Hotel Social com o tema “Perspectivas para a Autonomia em Energia Limpa e Restauro da Natureza”. Políticos, especialistas e principais intervenientes na região vão considerar quais são as possibilidades na concepção de alternativas regionais e, em conjunto, elaborar uma proposta para o governo e investidores internacionais.

“O Alentejo é uma das regiões mais ricas em Sol da Europa e o investimento em energias renováveis faria todo o sentido. Enquanto que a indústria petrolífera está em declínio e já não tem muito futuro, o investimento em energias renováveis traria prosperidade sustentável para a região e poderia gerar muito mais empregos”, defendem as organizações.

A partir das 15 horas haverá um mercado com produtos regionais, comes e bebes. O mercado demonstrará a abundância do que está a ser produzido na região. Muitos produtores representam a sustentabilidade, a variedade e opções de vida cada vez mais independentes do petróleo e do plástico. Haverá também actividades para crianças, arte, música e dança em paralelo ao programa apresentado.

 

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