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Em 2016 - duas perfurações petrolíferas - uma no Alentejo e outra no Algarve.

Portugal deverá assistir, em 2016, às duas primeiras perfurações petrolíferas nas suas águas territoriais, uma no Alentejo e outra no Algarve.

Dois projetos com diferentes protagonistas: os consórcios ENI/Galp e Repsol/Partex. Este último agrupamento, que acaba de contratualizar duas novas concessões no Algarve (Sapateira e Caranguejo), que somam às duas que já possuía na região, compromete-se a realizar a primeira perfuração até outubro do próximo ano. Este é o prazo que consta do pedido de adiamento entregue às autoridades portuguesas e que ainda não foi validado.

O consórcio, que integra a petrolífera espanhola Repsol e a empresa Partex do universo da Fundação Gulbenkian, tinha como data limite inicial para realizar estes trabalhos, outubro de 2015.

Foi alegado que a queda do preço do petróleo acabaria por ditar o incumprimento. Agora, uma das prioridades é encontrar mais um parceiro para partilhar o risco. No entanto, as empresas continuam a defender que existe uma elevada probabilidade de encontrar gás natural nas águas algarvias.

 

Já a operação, que visa o bloco Santola, situado a 80 quilómetros de Sines e a cargo da ENI/Galp, é dada como certa no próximo ano. Os resultados obtidos permitirão determinar a sua viabilidade comercial. Quem o garantiu foi o responsável do grupo italiano pelo projeto, Franco Couticinni, durante a conferência “Pesquisa de Petróleo em Portugal”, promovida pela Entidade Nacional para o Mercado dos Combustíveis.

 

“O porto de Sines é uma infra-estrutura importante e eficiente e poderá conceder o apoio estratégico na fase de exploração e numa fase de desenvolvimento do projeto”, realçou a mesma fonte. O período de perfuração durará 45 dias e será criada uma área de segurança marítima de 500 metros.

“Em caso de descoberta de petróleo, haverá depois uma estrutura leve, com apenas um navio que fará a ligação ao poço, situado a mil metros de profundidade”, destacou Franco Couticinni.

Além do Santola, este consórcio detém mais duas concessões na região: Lavagante e Gamba. A ENI detém 70% do consórcio e a Galp os restantes 30%.

 

 

 

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