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De Profundis ... do Furo que ninguém quer.

A pouco de mais de 1 mês do início da prospecção de petróleo ao largo de Aljezur, pelo consórcio Eni/Galp, não se vislumbra qualquer estratégia concertada e eficiente por parte de todos os Municípios Algarvios ou através da AMAL.

Opinião

Dizer NÃO AO FURO é o que exigimos!

A pouco de mais de 1 mês do início da prospecção de petróleo ao largo de Aljezur, pelo consórcio Eni/Galp, não se vislumbra qualquer estratégia concertada e eficiente por parte de todos os Municípios Algarvios, através da AMAL, que os representa e que assumiu a sua total discordância, e até do Turismo do Algarve, que ponha travão a esta nefasta, assassina, empreitada.

 

E, não são "os eventos políticos esporádicos", organizados de acordo com os interesses das agendas políticas, locais e regionais, ou as meras declarações para os órgãos de comunicação social sobre a NÃO Aceitação do Furo, nem o empenho das Associações Ambientais e Movimentos Cívicos, que irão fazer recuar nesta já "quase" definitiva decisão, o Poder Central, o Governo.

 

Uma informação maciça aos Algarvios sobre os reais impactos, e dos não benefícios, desta concessão para um Algarve que, se se quer que seja de investimento, quer-se, também, sustentável, esteve ausente.

 

Tem-nos valido, aos poucos que acompanham o assunto, as dinâmicas voluntárias e empenhadas das Associações Ambientais e Movimentos Cívicos, que lá têm tentado levar a reboque o poder político que tinha a obrigação de informar de forma transparente e acessível, de mobilizar as gentes da região para um objetivo comum - NÃO AO FURO!

Ao de Aljezur, hoje, ou ao de Lagos, ou da Vila do Bispo, no futuro, através de outras duas concessões, Santola e Gamba (nomes bizarros!)

 

Assim sendo, e com o tempo a fugir, interroguemo-nos:

Donde poderá vir a força que impeça a concretização do FURO? O que devemos exigir?

Tão só uma posição determinada dos Órgãos Autárquicos Algarvios - Câmaras Municipais, Assembleias Municipais, Juntas de Freguesia, Assembleias de Freguesia, e dos Deputados à Assembleia da República pelo Algarve, apoiados pelas Associações Ambientais e Movimentos Cívicos.

 

Quem tem, neste quadro de medição de forças, mais poder, mais visibilidade e mais manobra de negociação/mediação? Obviamente, o poder político. Por nós sufragado e mandatado.

 

E não são as Associações e os Grupos Cívicos que têm de aproveitar as aberturas dadas pelas autarquias para este combate que é de todos. É precisamente o inverso.

 

São os nossos Autarcas, aqueles que nos representam, seja qual a cor política que tiverem, que têm de aproveitar a vitalidade da participação dos cidadãos, organizados ou não, promover essa participação, dignificá-la, e dizer NÃO AO GOVERNO.

 

Dizer NÃO AO FURO, dizer NÃO AO GOVERNO, sem cabeça em vénia, é o que exigimos ao Poder Regional e Local.

 

Uma Ideia

Uma Manifestação de todos os Autarcas Algarvios, de todos os órgãos do poder local, e dos Deputados, à porta da Assembleia da República, durante uma tarde, teria ou  exerceria mais ou menos pressão? Uma ideia. Modesta.

 

 Autor: Maria Fernanda de Carvalho Afonso

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